A utilização de hormônios vem se revelando como uma ferramenta terapêutica valiosa no dia a dia de todas as especialidades dentro da Odontologia. Os tempos de tratamentos ficam encurtados e a qualidades das respostas clínicas têm sido superiores às dos tratamentos convencionais isolados. Os hormônios eicosanoides, o DHEA, a Melatonina, a Coenzima Q10, a Vitamina D (que é um hormônio – colecalciferol) dentre outros, influenciam de modo significativo o controle de gengivite e periodontite, perda óssea alveolar, incidência de cárie, disfunções temporomandibular (DTM) entre outras.


Hormônios são mensageiros químicos que restauram, reparam e regeneram os tecidos do corpo humano. “A literatura está repleta de estudos em inúmeros países e vem evidenciando de forma inequívoca o benefício que vários hormônios trazem à saúde bucal. Estes trabalhos demostram também que os tratamentos em Odontologia podem ser encurtados quanto ao número de sessões e que os resultados têm se mostrado bastante superiores em relação à qualidade de resposta clínica final.

Os estudos têm demonstrado que algumas doenças bucais sofrem influências dos fatores inflamatórios e da redução de níveis hormonais, especialmente as doenças periodontais, a perda óssea alveolar, e risco aumentado à cárie.
Em um estudo randomizado realizado na Universidade de Harvard foi verificado que a suplementação de DHA melhorou significativamente os resultados periodontais em pessoas com periodontite, indicando potencial eficácia terapêutica. Outro recente estudo sugere que Ômega-3 FAs pode conseguir reduzir a inflamação gengival, profundidade de sondagem e ganho de nível de inserção. A suplementação com Ômega-3 FAs podem ter benefícios potenciais como um agente modulador de acolhimento na prevenção e/ou gestão adjuvante da periodontite crônica.



Por fim, os tratamentos são feitos com uma consulta clínica seguida da solicitação dos exames laboratoriais. Com os dados clínicos e laboratoriais em mãos o Cirurgião-Dentista fecha o diagnóstico e pode imediatamente passar a tratar seus pacientes. Lembrando que o Cirurgião-Dentista pode prescrever tudo o que a ciência preconiza que tenha relação direta com o problema do paciente. Algumas situações clínicas, como menopausa, diabetes etc., também podem estar interferindo na saúde bucal. Nesse caso, é dever do Cirurgião-Dentista diagnosticar o problema e encaminhar para o médico.

Fonte: APCD

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